O Mundo digital e o Escritor
- Marion Vaz
- 21 de jan.
- 1 min de leitura

As exigências do mundo digital são inúmeras. E não adianta fugir das regrinhas básicas da elaboração de um texto, só pra ter mais conteúdos online. Já chamaram de conteúdo raso, modelos antigos e até mesmo de “comida velha congelada”.
O certo é que muitos escritores estão no automático escrevendo assuntos parecidos, para não sair da sua zona de conforto e o mercado digital saturado de respostas prontas.
Sabe aquelas mensagens que a gente recebe no Gmail ou pelo WhatsApp? E nem adianta tentar conversar com a assistente virtual, porque ela foi programada para não entender o seu questionamento.
E assim, acontece com aqueles textos que alguns escritores teimam em postar. Eles não correspondem às expectativas do leitor, não orientam, nem são convincentes.
O segredo para se construir uma marca pessoal é dominar a mensagem que se deseja passar. Ela é o ponto central, o seu diferencial. Quem você é, o que pensa, o que sente, o que deseja de melhor para as demais pessoas vai estar nas “entrelinhas”.
A mensagem vai além de meras instruções, ela guia o leitor para uma reflexão sobre a vida, sobre desejos e realizações. Ela tem objetivos.
O escritor precisa compartilhar sentimentos e emoções, agregar valores ao texto com suas experiências pessoais ou de terceiros, mas sempre respeitando a privacidade e os conceitos do leitor.
Escrever pode ser apenas um passatempo para alguns, mas também pode ter um propósito mais nobre. Pode ser um comando de ações, uma experiência diária que no passo a passo seja capaz de formar identidades.
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